terça-feira, 23 de junho de 2020

Conto Erótico 25

As horas voavam enquanto a gente conversava e bebia um vinho, quase uma garrafa já tinha sido tomada, minha mão pousava sobre sua coxa e com a outra colocava seu cabelo pra trás da orelha acompanhado de um carinho, amo o jeito que você fica sem graça quando faço isso e sorri olhando pra baixo como se quisesse se esconder, o beijo em seus lábios era inevitável. O modo delicado que nossos lábios se tocavam e como nossas línguas se encontravam como uma já soubesse tão bem o endereço da outra em uma dança de sincronia perfeita, a mão que acariciava seu cabelo agora já segurava sua nuca com a segurança de quem não queria te soltar nunca mais, a intensidade do beijo aumentava, suas mãos seguravam meu rosto. 
O clima com certeza estava esquentando com ajuda do vinho, a mão que pousava na sua coxa agora já a apertava e subia lentamente, a mão que a pouco tempo atrás estava na nuca já começava a segurar seu cabelo dando uma leve puxada pra trás deixando seu pescoço totalmente exposto pra que eu pudesse beijar e lamber, o roçar da minha barba te arrepiava, eu sabia que você estava adorando, sua cara não negava. A mão da perna foi pra cintura te puxando pra mais perto, nossos corpos agora se tocavam quase por inteiros e deitando por cima de ti no sofá, começo a levantar seu vestido beijando sua barriga e conforme subia a blusa a boca acompanhava, até tira lá por completo , minha boca para em seus seios beijando eles, lambendo os mamilos, dando leves mordidas, enquanto massageava e apertava de maneira firme porém delicada, a essa altura você já sentia meu pau duro dentro da cueca se esfregando no meio das suas pernas, a minha outra mão que estava livre começa a entrar na sua calcinha , suas pernas abriam como que automáticas, sem introduzir o dedo eu apesar alisava ele por cima da sua buceta, ainda chupando seus seios, as suas tremidas de tesão me soava mais como um convite para continuar a provocação. Tirei minha calça e minha cueca, arranquei sua calcinha e aproveitei pra ficar passando meu pau na entrada da sua buceta, sem penetrar apenas provocando, colocando a cabeça e tirando, alisando, sentindo ela ficando cada vez mais encharcada... em meio sua respiração ofegante sua voz dizia baixinho "mete, por favor, mete", me olhando nos olhos vc viu meu sorriso sacana e meu sinal de negativo com a cabeça. Afastei meu corpo pra trás, e comei a te masturbar com dois dedos já que sua buceta estava encharcada, antes que os dedos começassem a se mexer em um ritmo mais intenso minha o toque da minha lingua quente e úmida também pode ser sentido, seu rebolado na minha mão e boca me indicavam que você estava ficando louca de excitada, seu gemido preenchia a sala inteira , era alto e delicioso, meu pau babava de pingar com o tesão que eu tava em te ver naquele estado.
Quando sinto suas mãos puxando meu corpo pra cima e novamente você dizendo "vem, te quero dentro de mim com tudo!" e dessa vez não pude negar, meu pau entrou com facilidade e coloquei ele todo dentro de ti, comecei o vai e vem devagar, tirando e colocando ele inteiro, te segurando pela cintura e acertando nosso ritmo, como parceiros de uma dança perfeita nossos corpos se moviam pra frente e pra trás de forma harmônica, o ritmo era aumentado, nossos gemidos mesmo que em tons diferentes se completavam, "mais forte.... mais fundo" você dizia em uma voz apagada em meio a respiração excitada. Te virei de costas pra mim, voltando a meter ele todo dentro da sua buceta, te segurando pelo cabelo deixei ele todo dentro e fiquei estocando com força sem tirar, o som do meu corpo batendo contra sua bunda era alto, somente abafado pela barulho dos tapas que vinham a cada gemida mais forte que você dava, vez ou outra como que se fosse involuntário você puxava meu braço pra morder ele ou chupar meus dedos enquanto eu te fodia, quando o seu anúncio veio "isso, isso, não para, vaiii, vaiiiiii...aaaaahhh". 
Nossos gozos como em um raro eclipse se encontraram, desabando e deitando ao teu lado, disparamos a dar aquela famosa risada pós orgasmo, você deitou sobre meu peito, me beijou suavemente e adormeceu com um sorriso bobo no rosto, eu ainda fiquei acordado algum tempo pensando na sorte de ti ter em minha vida. 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Conto Erotico 23 (curtinho)

Já se passavam das 22hrs quando caminhávamos de volta para meu apertamento, você vestia uma daquelas mini saias xadrez que me deixava maluco só de olhar. Fui tomado por um tesão vindo do nada , te puxei pela cintura com força e lhe dei um beijo longo.
-Parece que alguém acordou! - você disse, colocando a mão por cima da minha calça
-É um problema, que precisa ser resolvido agora! - respondi rindo.
Entramos na primeira rua que encontramos e era bem deserta, a forma como eu te beijava era cada vez mais intensa, minha mão alisava suas coxas, subindo por elas, meus dedos já colocavam sua calcinha pro lado explorando sua buceta que à está altura já estava molhada, colocando dois dedos dentro dela do jeito que eu sabia que ia te deixar louca, comecei a te masturbar. Me abraçando , me mordendo pra tentar abafar o gemido, eu aumentava a movimentação dos meus dedos dentro ti, mexendo, girando, esfregando, a está altura minha mão inteira já estava encharcada.
Quando subitamente te viro de costas, te colocando com as mãos apoiada no capô do carro que escondia a gente, coloquei meu pau pra fora, sua calcinha pro lado e comecei a meter ali mesmo, uma mão segurava sua cintura e a outra seu cabelo, eu metia forte e fundo, te fazendo gemer alto no meio da rua a esta altura já não se importante se alguém pudesse estar vendo ou não, o tesão nos dominava, eu metia cada vez mais fundo e mais rapido, nossas pernas já estavam perdendo a sintonia de tanto prazer, quando você poe minha mao na sua boca abafando um gemido mais alto, você joga sua bunda pra trás como se quem pedisse cada vez mais, eu deixo meu pau todo dentro de ti, só estocando ele com força acompanhando o movimento do seu rabo delicioso.
Pela tanto que sua perna ficou bamba percebo que você gozou, olhando pra trás sem conseguir segurar a risada, me fala
-Eu já to satisfeita, a gente termina em casa, vamos antes alguém chegue.
Nos recompondo , saímos andando novamente pelas ruas, abraçados e rindo pela situação toda.
-Será que alguem nós ouviu? - perguntei a ti, sorrindo.
-Com certeza , eu gemi feito uma louca , hahhaa
-Aposto que estavam com inveja...

Conto Erótico 24

Eu sou a voz dentro da sua cabeça, aquela voz que cria os arrepios, as sensações as vontades. Eu sei que nesse momento você ta sentindo um frio na sua espinha , um arrepio que sai da ponta do seu pé e vai subindo ao mesmo tempo que sai do topo da sua nunca e vai descendo por toda sua espinha, enquanto pela outra extremidade sobe por suas coxas quando ambos de encontram já próximo de sua virilha, esse arrepio se torna um tesão inexplicável, algo que você não controla mais , você mexe nos cabelo tenta disfarçar, cruza as pernas, mas esse tesão só aumenta e eu sou a voz, aquela voz que diz pra você esvaziar sua mente e seguir as minhas orientações:

Se deite confortável, abra suas pernas, com as costas da sua mão passeie suavemente por entre suas coxas o mais suavi que conseguir, com a outra mão deslize por sua barriga e vai subindo até seus seios, massageio apertando bem de leve, a mão de baixo com 1 dedo comece a alisar seus grandes lábios, introduza só uma pontinha do dedo e tire, a mão de cima deixa a livre para fazer o que seus instintos mandam.
Comece a entrar um pouco mais com o dedo, eu sei que nessa altura você já esta mordendo os lábios, ansiosa por mais, comece a usar mais fundo esse dedo, até essa fome pelo segundo dedo ficar impossível de aguentar, comece com o 2º dedo bem devagar, com movimentos ainda lentos, ninguém está com pressa o tempo do mundo é todo seu, vai aumentando o ritmo dos dois dedos dentro de ti gradativamente, sem pressa, isso, começa a rebolar na sua mão enquanto seus dedos trabalham. Não se esqueça que a outra mão está totalmente livre e faça o bom uso dela como só você sabe fazer, isso, aumente a intensidade desses dedos, mexe eles, rebole, esse gemido que você ta soltando só prova o quanto você ta ficando louca , o quanto você quer mais, rebola, isso, se vire de costas se for ficar mais confortavel e prazeroso , caso preferir continue como está, importante é esses dedos cada vez mais encharcados, importante é voce sentir como eu vou te fazer gozar...NÃO PARA! mais ritmo, você ta quase, eu sei que ta, seu gemido não nega, sua mão melada não te deixa mentir....você só vai parar quando gozar!!!!
Agora sinta seu gosto, chupe seus dedos, essa cara de quem está leve como uma pluma, realizada, eu sabia que era isso que queria. E eu sei sempre quando você quer. Quando você perceber eu estarei no controle, e você novamente gozando pra mim.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Conto Erótico 22

Era um evento de gala beneficente, eu já tinha chego e estava sentado com outras 5 pessoas, a mesa era redonda , grande com um toalha que chegava até o chão quase, eu agora não me recordo mais das 5 pessoas que estavam ali, apenas que uma delas era um astrofísico e outro  era cirurgião de alguma coisa, até aquele momento me pareciam ser pessoas de mais plena classe, tudo que eles conversavam me parecia a coisa mais legal e interessante do mundo de se ouvir, quando olho pra porta, vejo você entrando de longe, usando um vestido preto (daqueles q mostra meia coxa e deixa o pé exposto) , um salto preto q faz barulho na medida certa enquanto caminho , cada passo me soava como uma tempestade avassaladora que se aproximava, pro meu total espanto seu lugar era na mesma mesa que eu estava, você se sente, olha pra um lado, olha pra outro procurando o garçom, todos se calam, só conseguem te observar, todos esperando sua primeira reação, o "olá" que sai da sua boca é timido e firme, e a partir desse exato momento, ninguém mais é interessante apenas você e seu brilho dourado.
No decorrer da noite eu já não conseguia mais disfarçar, eu estava hipnotizado, todos ali tentavam chamar sua atenção, contanto histórias de triunfos, se vangloriando, enquanto tu só observava, respondia com acenos de cabeça e sorrisos de tédio, quando a primeira frase da sua boca.
- Alguém tem fogo pro meu cigarro? - sacando um cigarro da sua bolsa, e os levando até seus lábios, deixando marcado com seu batom vermelho escuro. Eu particularmente estava imóvel, em transe, só conseguia olhar embasbacado, os outros desesperados esticavam seus braços com isqueiros acesos, você acendeu seu cigarro, e soprava uma fumaça densa no ar que envolvia a mesa. 
Normalmente eu acharia aquilo uma falta de respeito, mas a maneira que você fazia era muito forte e envolvente, nem o garçom conseguiu te reprimir por isso, em todo o salão era a única a fumar, aquela imagem começou a me excitar e como se isso tivesse sido um sinal e seus olhos fitaram em direção dos meus.eu sabia muito bem qualquer coisa que você falasse eu ia atender, pegando o seu garfo e deixando cair em baixo da mesa, me olhando diretamente -Meu garfo caiu, você não faria uma dama se abaixar pra pegar nao é mesmo? - Me atirei pra debaixo da mesa, o garfo estava ao lado dos seus pés, lindos, que se moviam como se me convidasse a pega los, segurei eles nao mão, colocando sobre minha coxa, e comecei a beijar eles lá mesmo, ignorando a presença de todos, a cada toque na minha linguá eu os podia sentir tão macios, era como ir ao céu, o que pra mim parecia uma eternidade , foram apenas alguns segundos, peguei seu talher me levantei e te devolvi.Seu olhar havia mudado, era agora de uma pantera faminta que iria me devorar e aquilo me exitou ainda mais.
-Vou ao banheiro, preciso de um otário, digo um cavalheiro que segure meu casaco e minha bolsa na porta. - Claro que me levantei antes que terminasse a frase, fui indo 2 paços atras de você, quanto tu do nada parou e disse - Isso ta errado, não não, na minha frente, anda, no chão de 4 cachorro - Aquelas palavras entraram na minha mente de uma maneira que antes que desse por mim estava engatinhando , todos riam e apontavam e eu me sentia cada vez mais melado, eu tava consumido por um tesão fora do normal, algo incontrolável. Quando ouço sua voz novamente
-Cachorro, banheiro não, quero ver o que tem nesse quarto, vamos vamos, abra pra mim agora! - quando fui me levantar. -DE QUATRO SEU IDIOTA! ABRA A PORTA DE JOELHOS MEU DEUS! TAPADO! - soltando uma deliciosa risada o que mostrava quanto estava se divertindo com minha situação totalmente subjugado pela senhora.
Entramos no comodo, ele era lindo, uma espécie de biblioteca, com estantes enormes , e muitas mesas de madeira maciça, como se conhecesse o lugar e um andar firma a senhora andou até a uma mesa aleatória e se sentou, abrindo completamente as pernas e me chamando com o dedo, claro que eu fui , ainda de quantro, e quanto estava chegando perto a senhora me parou colocando o pé na minha frente, dando o solado do seu sapato pra eu lamber, comecei a lamber ele, aquele gosto forte nao me enojava, pelo contrário , me excitava ainda mais, comecei a sugar o seu salto como se fosse o mais delicioso pinto, chupava com vontade e desejo enquanto escutava sua risada.
-Tire os sapatos inútil, quero sentir sua lingua no meu pé! -Logo depois que eu tirei o seu sapato, não reparei na garrafa de copo na sua mão, antes de começar a beijar seus pés a senhora me disse - Venha cá, quero essa boca imundo esterilizada antes que encoste de novo na minha pele - jogando todo o copo na minha boca, fechando ela com o pé, me fazendo engolir tudo. Eu lambia a sua sola, beijada o peito do seu pé, sugava todos os dedos, fiquei nisso por um tempo que não sei dimensionar, pois perdi completamente a noção, poderia ser segundos, minutos, horas, não faço ideia. Sua respiração intensa me motivava a continuar ainda mais, senti sua mão no meu cabelo, me puxando um pouco pra cima, me obrigando a subir, minha boca foi passando pelo seu tornozelo, subindo por sua panturrilha, lambendo sua coxa..podia sentir sua pele se arrepiando inteira, com a mão a senhora mesmo colocou sua calcinha de lado, puxando minha cabeça contra sua buceta, e colocando pra te chupar com muita vontade, uma intensidade que eu chamais poderia imaginar que fosse conseguir na minha vida, minha lingua entrava e saia, quente e molhada, eu sugava seu clítoris de maneira delicada e firme, sua coxas apertavam minha cabeça e isso me deixava ainda mais louco, seu gemido abafada e de vez em quando mais alto e descontrolado, me fazendo saber que o mesmo tesão que eu sentia a senhora também estava sentindo. Sua respiração foi ficando mais curta e mais forte, pude sentir a senhora pulsando na minha boca, seu liquido ficando mais intenso e em maior quantidade, suas unhas cravaram fundo na minha nuca, eu achei que minha cabeça fosse explodir com a força que suas coxas me apertavam, aquela era uma sensação única, o sabor de uma Deusa na minha boca, o toque de pele de uma Deusa em mim, não consegui me segurar e gozei junto dentro da minha cueca.
Depois de soltar um suspiro fundo e alivio, a senhora falou -Muito bem cachorrinho, você me surpreendeu, pode até voltar a virar gente agora, mas não esquece que quando estralar os dedos te quero de 4, sempre que eu quiser, sempre que eu precisar, sempre que eu mandar!
Ao voltarmos pro salão reparei os olhares, de homens todos de inveja de mim, das mulheres todas admiradas com a senhora, enquanto eu? Não conseguia disfarçar o sorriso bobo de adolescente apaixonado.

terça-feira, 9 de junho de 2020

Conto Erótico 21

A gente planejava essa ida a praia já fazia muito tempo, finalmente nossos calendários bateram , tudo certo e fomos. Optamos por viajar a noite , por ser mais tranquilo, já no pré embarque ficamos a maior parte do tempo abraçados, com sua boca sempre rossando meu pescoço e nossos corpos bem colados e tocando por completo chegando a ficar difícil disfarçar que estar tão próximo de ti me excitava e muito.
Sabendo que estaria frio durante o madrugada, e já acomodados em nossas poltronas , nos cobri com uma coberta. Ficamos trocando caricias, alisando um o rosto do outro eu nao podia deixar de ficar hipnotizado pelo seu rosto brilhando a luz da lua, com seus traços perfeitos parecido que foi feito a mão pelo melhor dos desenhistas, não nego que em minha cabeça eu ficava em duvida entre ficar te admirando ou te beijando, sentindo o toque suavi dos seus lábios, acabei optando pela segunda opção afinal, era impossível resistir a sua boca. Ficamos no beijando por um bom tempo, minhas mãos alisavam seu rosto e conforme a intensidade aumentava segurava seu pescoço, nuca, cabelo entrelaçando meus dedos dando uma leve puxada de controle da situação. Conseguia sentir sua respiração ficando ofegante e mais intensa, aquilo te excitava, você gostava de saber que estava perdendo o controle, as vezes quebrando o momento eu afastava meu rosto do seu e podia ver sua boca procurando a minha e quando se encontravam de novo, sentia meu sorriso de satisfação em saber que tu me procurava.
Com a outra mão, segurava firme tua cintura, alisando suas costas, pouco me importando se alguém fosse ver o que estava acontecendo, arranhava suas costas fazendo tu se arrepiar por inteira e como resposta me abraçava forte , gemendo no meu ouvido e mordendo minha orelha, minhas mão descia das suas costas e pulava até a altura do seu joelho, suas pernas recebiam bem minha mao e se abriam sutilmente , o suficiente pra eu explorar um pouco mais, subia minha pegada por suas coxas, o seu shorts era largo de fácil invasão, com dois dedos tocava por cima de sua calcinha já sentindo ela bem quente.
O ônibus estava lotado, não dava pra fazer muito barulho e nem nada escandaloso, por mais que eu quisesse te chupar inteira ali mesmo, eu não podia, tinha que me segurar em movimentos discretos, ainda segurando seu cabelo com firmeza, com minha boca beijava e lambia seu pescoço, sabia que isso te enlouquecia , era seu ponto fraco, onde mais te arrepiava. A outra mão ainda passeava por sobre sua calcinha, enquanto meus dedos ainda esperavam a hora certa de começar a entrar, pelo ladinho, discretamente, sentindo toda sua umidade , o primeiro dedo entrou facilmente como se tivesse sido feito pra isso, com um movimento leve porém intenso explorando tudo em que era permito alcançar, colocando a calcinha ainda mais pro lado e facilitando a entrada do segundo dedo, com os dois completamente dentro de ti, o movimento era em um ritmo lento, que aumentava gradativamente acompanhando o movimento do seu quadril, você com uma mão segurava um braço da poltrona e com a outra apertava minha coxa com força porém sem coordenação nenhuma, as vezes subia pra minha barriga, outras subia apertando meu peito, enquanto meus dedos dentro de ti não paravam, cada vez mais frenético, cada vez mais envolvente, sua boca me mordia tentando tampar um gemido que saia abafado, eu sentia meus dedos molhados, o seu tesão escorria pela minha mão, seu corpo pedia por mais um dedo dentro de ti, e eu atendi, com o 3 dedo dentro, o ritmo ficou intenso a ponto de seus gemidos ficarem em uma altura perigosa de sermos pegos e aquilo excitava ainda mais. Algumas vezes nossos olhares se encontravam, tu toda desconcertada de tesão e eu com o olhar de quem sabia que você me pertencia, seu corpo ali era meu, seu tesão era meu, e eu sabia que aquilo te deixava ainda mais louca.
Não demorou até que você gozasse, logo depois que como um pulo me abraçasse agradecendo por esse momento, deitada sobre meu peito, adormeceu enquanto lhe afagava o cabelo sabendo que seria só o começo de um fim de semana que eu usaria e muito minha menina.

domingo, 7 de junho de 2020

Conto Erótico 20

Em uma terça qualquer, por volta das 14 horas a campainha tocou, eu vestia apenas um shorts largo, estava de folga e não havia nada pra fazer mesmo, ao abrir a porta me deparo com você vestida com uma calça preta de couro e uma bota preta que chegava até o meio da panturrilha por cima da calça, uma camisa também preta com os 3 botões de cima abertos e uma jaqueta também de couro, óculos escuros e um quepe, no seu cinto algemas, um cassetete e seu distintivo.
- Boa tarde oficial, algum problema?
- Mãos para cima! - Disse já entrando e fechando a porta, me jogando contra parede e começando uma revista.
Chutando levemente minhas pernas para se afastarem, suas mãos foram direto pro meu tornozelo, subiram alisando minhas coxas e indo direto ao meu saco dando uma pancada mais forte, soltei um gemido de dor meio abafado - Algum problema? - me perguntou, apertando meu saco com mais força o que deixou impossível disfarçar a ereção que eu começava a sentir
- O que estou sentindo aqui verme? você está ficando armado contra mim? uma oficial da policia! Tem noção disso? - Me puxando ainda pelo saco, me jogou no chão me algemando com as mãos para trás, com suas botas começou a esfregar por cima das minhas bolas, minha respiração estava ofegante. Com olhar de desprezo você tirava seus óculos escuros pendurando no seu decote, que atraiu meu olhar; -O que está olhando seu lixo? - desferindo um chute em minhas bolas, que me fez gritar de dor.
-Nada, não estou olhando nada.
-Nada?? É assim que você fala com uma policial?
-Nada senhora, nao estava olhando nada.
-Melhor assim, mas não quero ouvir sua voz novamente então terei que dar um jeito nisso - pegando o cassetete e começando a deslizar ele pelo meu peito, depois pela minhas bochechas , até chegar na minha boca, começando a penetrar ela me fazendo chupar - Isso, chupa bem gostoso e deixa bem molhado, você vai precisar verme - Colocando ele no meio de suas pernas e fazendo um vai e vem , segurando meu cabelo e forçando eu chupar cada vez mais, a risada da senhora era alta e sádica mostrando como se deleitava com a situação toda, ainda usando o cassetete voltou a deslizar ele pelo meu corpo, colocando dentro do meu shorts e puxando pra baixo o usando pra tirar e me deixar pelado.
- Esse pauzinho melado e patético e vontade do meu pau grande e grosso é cadelinha?  - não consegui responder a essa pergunta, mas meu pau babava ainda mais enquanto a senhora me dirigia a palavra. - hahaha patético, patético, patético- me virando de costas e começando a enfiar aquele grande , grosso e preto cassetete, não aguentei e soltei um gemido timido.
-isso foi um gemido putinha? eu não me lembro de mandar você gemer. - pegando um pano de chão que tinha usado mais cedo pra faxinar a casa , a senhora me amordaçou - Muito melhor assim - voltando a enfiar ele em mim.
Olhando pra trás conseguia ver sua cara de prazer em estar me fodendo, o modo como levava as mãos até o seu cabelo segurando eles mordendo os lábios e fechando os olhos, me deixa ainda mais excitado com aquela situação toda, a própria encarnação da Deusa estava me comendo vorazmente e sentindo um prazer enorme nisso, era uma honra enorme pra mim, um mero escravo do seu desejo, a cada estocada eu sentia que explodiria de tesão soltando múrmuros insaciáveis por conta da mordaça, não consegui resisti gozando ali mesmo enquanto era fodido.
-Eu mandei você gozar putinha? não me recordo de ter falado algo sobre isso, mas tudo bem, eu estou muito boazinha hoje, porém, senta e encosta a cabeça no sofá, vai logo!
Atendendo sua ordem, ainda algemado com as mãos para trás,sentei no chão com a cabeça apoiada no sofa, a senhora tirou minha mordaça e disse - Como fez tudo sem reclamar, será recompensado podendo tocar essa sua linguá de cadela no meu corpo.Tirando suas botas e depois sua calça, se sentou no meu rosto pra eu te chupar, a senhora que a essa altura já estava bem molhada, rebolava na minha cara e gemia, me segurava pelo cabelo me puxando ainda mais contra o teu corpo, o volume do seu gemido preenchia a sala inteira , era intenso.
-ISSO VERME! CHUPA MAIS FORTE!!! ISSO!!!! - a senhora dizia, aumentando o ritmo do rebolado na minha boca, pude sentir o seu gozo escorrendo pela minha lingua preenchendo minha boca.
A senhora solta minhas mãos e se senta no sofa, erguendo os pés como se me chamasse pra sentir ali, antes de atender corri pra pegar um vinho e duas taças , nos servi, sentei colocando seus pés no meu colo massageando eles e passamos o resto da tarde tomando vinho, papeando e claro , a senhora recebendo uma pela massagem com muitos beijos e lambidas em suas solas maravilhosas.