Já passava das 2 da manhã. A gente conversava pelo celular, e a conversa sempre seguia para caminhos mais quentes. Nesse dia, em meio à putaria, falei de forma despretensiosa:
— E se eu for aí te fazer minha agora?
E você prontamente respondeu:
— Venha, não aguento mais de tesão.
Em menos de 10 minutos, já estava na porta da sua casa. Você me recebeu usando apenas um short bem soltinho e uma blusinha, ambos da cor rosa. Já nos cumprimentamos com um beijo cheio de tesão, dentro da garagem mesmo. Virei você de costas, puxando pela cintura, encaixando meu pau, pulsando de duro, na sua bunda, quase penetrando com a roupa mesmo. Te segurei forte pelo cabelo, lambendo seu pescoço, sentindo seu rebolado se esfregando no meu cacete. Com a outra mão, fui entrando no seu short, já sentindo sua buceta molhada, alisando ela por cima, sem penetrar, apenas brincando com o desejo, enquanto sussurrava no seu ouvido:
— Agora você é minha e eu vou te usar como quiser.
Ao ouvir isso, você não conseguiu disfarçar o desejo, gemendo alto. E, enquanto seu gemido saía, meus dedos começaram a entrar em você, movimentando-se, e quanto mais forte você rebolava na minha mão, mais firme eu te segurava pelo cabelo.
Ainda por trás, coloquei meu pau para fora e deixei na entrada da sua buceta, sem tirar sua roupa. Tirando meus dedos de dentro de você e apertando seus seios, meu pau começou a entrar sozinho em você. Você se empinava para trás, rebolando e pedindo para eu te foder.
— Ainda não, safada. Só vou te foder quando eu quiser — respondi.
Fomos entrando para a sala, eu ainda grudado por trás de você, com meu pau roçando na entrada da sua buceta. Te joguei no sofá, arrancando seu short, já deixando a marca da minha mão na sua bunda com um belo tapa estralado. Pegando você de novo pelo cabelo, te coloquei para chupar meu pau, fodendo sua boca como se fosse sua buceta, socando ele forte, tirando para você respirar e voltando a foder sua boca. Depois de um tempo nisso, mandei você se empinar, ficando de quatro. Segurando sua cintura, enfiei meu pau todo de uma vez, deixando ele dentro e socando com força, sem tirar, bombando e puxando seu corpo para trás, sentindo minhas bolas batendo na sua buceta de tão fundo que ele estava em você.
Te levantei e deixei você de frente para mim, voltando a te foder deitado por cima. Continuei socando com força, quando fui surpreendido com sua mão apertando minha bunda. Aquilo me deu mais tesão, e fui socando mais forte. Sua mão não parou e começou a entrar em mim com um dedo e depois dois, me fazendo gemer forte no seu ouvido enquanto meu pau socava sua buceta, ambos nos comendo ao mesmo tempo, explodindo em gozo e muito tesão.
Quando me deitei do seu lado, sorrindo e olhando nos seus olhos, perguntei:
— Oi, tudo bom?
Ambos caímos na gargalhada, noite adentro.