Era meu turno do interrogatório, a prisioneira era uma espiã que se infiltrou para roubar informações sigilosas da empresa, alguns guardas haviam me alertado que ela tinha o poder de controlar mentes, particularmente achei aquilo um absurdo, tenho muito tempo de prática na arte de interrogar de maneira não convencionais e não seria dessa vez que iria falhar em descobrir as informações.
Ao entrar na sala , você estava sentada em uma cadeira vestindo uma calça de couro preta, uma blusa branca por baixa de uma jaqueta também de couro, com uma bota com salto alto fino, não pude deixar de pensar em como estava sexy, com as mãos amarradas pra trás e os tornozelos amarrados aos pés da cadeira, sem dúvida era apenas uma criatura doce e indefesa.
Você se mantinha olhando meio pra baixo com seu olhar penetrando direto dentro dos meus olhos com um leve sorriso maldoso que inicialmente nem me importei, então as primeiras palavras saem de sua boca:
- Antes que comece a me torturar, quero saber seu nome.
- Meu nome? Tá louca? Quem faz as perguntas sou eu e quem vai me dar as respostas é você!
-Tudo bem, então vou te chamar inicialmente de meu cachorrinho. - soltando uma risada alta e sádica.
Essas palavras de certa forma me causaram arrepio, senti um calor subindo pelas minhas pernas, consegui disfarçar a reação, quer dizer, eu achei que tinha conseguido disfarçar.
-Ficou incomodado com isso, meu cachorrinho, ou você gostou? É eu acho que gostou, ninguém treme desse jeito sem estar com medo ou gostando.
Os boatos eram verdadeiros, de alguma maneira parecia que você conseguia ler e controlar minha mente, mas eu não podia me deixar levar, precisava me concentrar no meu trabalho
- Pra quem você trabalha? me responda logo e vamos acabar logo com isso.
- Eu? Pra ninguém, mas logo você vai estar trabalhando pra mim, me servindo, beijando meus pés.
Levantei minha mão pra lhe dar um tapa na cara, seus olhos foram direto pra onde meu braço apontava e antes que eu começasse a me mexer pra lhe dar o tapa, percebi que já estava me encarando de novo e dizendo de maneira firme e nada doce:
- NEM OUSE! um cachorro jamais levantaria a mão pra sua dona.
- Que? do que você está falando? - mesmo sem perceber já havia abaixado a mão
- Você além de tudo é burro? Ainda não percebeu que me pertence desde o minuto que eu olhei nos seus olhos? E partir de agora, se refira a mim como senhora, entendeu? Verme!
Aquela fala entrou pelos meus ouvidos e eu fui tomado por um arrepio que eu não sei explicar, minha vontade era de me ajoelhar aos seus pés, como se de um segundo pro outro eu havia perdido todo controle sobre meu corpo, minhas ações, o que outros guardam falavam era verdadeiro, você tinha o poder de controlar de mentes e eu estava sendo totalmente controlado.
- Si... sim Senhora.
-Bom menino hahaha, agora no chão, de quatro, AGORA!
Eu prontamente atendi, ficando de quatro, aguardando ansioso pra próxima ordem, já não conseguia mais pensar em nada apenas em te servir.
- Ótimo, assim que eu gosto, esse lugar imundo deixo minhas botas sujas solte o nó e limpe elas com a boca.
Comecei lambendo a ponta delas, a Senhora levantava os pés, para eu lamber as solas e fui limpando ela toda até começar a chupar o salto fazendo literalmente um boquete nele, chupava, sugava, lambia com muita vontade e ficou impossível esconder o quanto aquilo me excitava já que eu estava tão molhado que até minha calça ficou marcada pela mancha.
A risada da senhora soltou foi alta que preencheu todas as paredes da sala.
- Como você é patético, está todo molhadinho é? não se aguenta em estar aos pés de uma Deusa, por estar sendo muito obediente será recompensado, vá lavar a boca, na volta tire minha bota e pode sentir o verdadeiro gosto dos meus pés. - Quando me levantei, a Senhora se voltou a mim novamente - Quem mandou levantar? Vai fazer tudo isso de 4 cachorro! - Fui engatinhando até a pia, lavei minha boca com sabão e voltei, desamarrei sua boca e a tirei com muito cuidado, a Senhora não usava meias o cheiro muito forte levantou, o seu sorriso de deboche me deixava ainda mais alucinado de tesão, quando encostei minha língua no seu pé pude sentir o forte gosto azedo , eu sentia que ia gozar na cueca era um tesão fora do meu controle, diferente e maior de tudo que eu já havia sentido na minha vida toda, eu lambia seu pé inteiro, massageada, enfiava ele todo na boca, chupava e esfregada na minha cara. A Senhora soltava leves gemidos, tinha total certeza que aquilo também a excitava, o que me deixava ainda mais preso a sua teia, eu já não tinha mais nada apenas o desejo de te servir.
- Agora verme, vista minha bota e solte minhas mãos você está animadinho demais e fez um bom trabalho com meus pés, irei te recompensar de um jeito maravilhoso. - Cuspindo no chão - Lambe, mate sua sede.
Eu limpei tudo, e só conseguia agradecer por poder sentir seu gosto - Obrigado Senhora, obrigado!
-Pegue minha mala que deixaram na mesa, minha recompensa pra você está lá. Nem preciso repetir que quero que vá de 4. - Fui até a mesa e lhe trouxe a mala, colocando no seu colo, a Senhora começa a procurar algo e quando tira de dentro um grande pênis de borracha com uma sinta.
-Tira a calça , que além de meu cachorro vou te transformar na minha putinha...
Sua risada se misturava com gemidos discretos enquanto a Senhora metia cm por cm daquele pau de borracha na minha bunda, começando um movimento de vai e vem não rápido, porém firme e no ritmo, suas mãos puxavam meu cabelo e entre suas risadas a Senhora ordenava que eu rebolasse. - GEME PRA MIM PUTA! GEME GOSTOSO, REBOLA COM MEU PAU DENTRO DE VOCÊ, EU SEI QUE É ISSO QUE TU GOSTA!! GOZA BEM GOSTOSA SUA SAFADA!! GOZA!!! - tudo isso acabou me proporcionando o melhor gozo da minha vida, e sua risada de satisfação foi ainda melhor que ter gozado.
Ótimo, ótimo... adorei o quanto você é uma cadela obediente, vou levar pra casa comigo, enquanto eu visto sua coleira, limpe a sujeira que vocês fez ...com a língua. HA HA HA.
Enquanto eu lambia toda a porra do chão a Senhora vestia coleira em mim, e fomos embora pela porta da frente, com todos se ajoelhando por onde a Senhora passasse, comigo todo orgulhoso na sua coleira.