terça-feira, 24 de setembro de 2024

Conto Erotico 28

 Já passava das 2 da manhã. A gente conversava pelo celular, e a conversa sempre seguia para caminhos mais quentes. Nesse dia, em meio à putaria, falei de forma despretensiosa:

— E se eu for aí te fazer minha agora?

E você prontamente respondeu:

— Venha, não aguento mais de tesão.

Em menos de 10 minutos, já estava na porta da sua casa. Você me recebeu usando apenas um short bem soltinho e uma blusinha, ambos da cor rosa. Já nos cumprimentamos com um beijo cheio de tesão, dentro da garagem mesmo. Virei você de costas, puxando pela cintura, encaixando meu pau, pulsando de duro, na sua bunda, quase penetrando com a roupa mesmo. Te segurei forte pelo cabelo, lambendo seu pescoço, sentindo seu rebolado se esfregando no meu cacete. Com a outra mão, fui entrando no seu short, já sentindo sua buceta molhada, alisando ela por cima, sem penetrar, apenas brincando com o desejo, enquanto sussurrava no seu ouvido:

— Agora você é minha e eu vou te usar como quiser.

Ao ouvir isso, você não conseguiu disfarçar o desejo, gemendo alto. E, enquanto seu gemido saía, meus dedos começaram a entrar em você, movimentando-se, e quanto mais forte você rebolava na minha mão, mais firme eu te segurava pelo cabelo.

Ainda por trás, coloquei meu pau para fora e deixei na entrada da sua buceta, sem tirar sua roupa. Tirando meus dedos de dentro de você e apertando seus seios, meu pau começou a entrar sozinho em você. Você se empinava para trás, rebolando e pedindo para eu te foder.

— Ainda não, safada. Só vou te foder quando eu quiser — respondi.

Fomos entrando para a sala, eu ainda grudado por trás de você, com meu pau roçando na entrada da sua buceta. Te joguei no sofá, arrancando seu short, já deixando a marca da minha mão na sua bunda com um belo tapa estralado. Pegando você de novo pelo cabelo, te coloquei para chupar meu pau, fodendo sua boca como se fosse sua buceta, socando ele forte, tirando para você respirar e voltando a foder sua boca. Depois de um tempo nisso, mandei você se empinar, ficando de quatro. Segurando sua cintura, enfiei meu pau todo de uma vez, deixando ele dentro e socando com força, sem tirar, bombando e puxando seu corpo para trás, sentindo minhas bolas batendo na sua buceta de tão fundo que ele estava em você.

Te levantei e deixei você de frente para mim, voltando a te foder deitado por cima. Continuei socando com força, quando fui surpreendido com sua mão apertando minha bunda. Aquilo me deu mais tesão, e fui socando mais forte. Sua mão não parou e começou a entrar em mim com um dedo e depois dois, me fazendo gemer forte no seu ouvido enquanto meu pau socava sua buceta, ambos nos comendo ao mesmo tempo, explodindo em gozo e muito tesão.

Quando me deitei do seu lado, sorrindo e olhando nos seus olhos, perguntei:

— Oi, tudo bom?

Ambos caímos na gargalhada, noite adentro.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

Conto Erotico 27

 Poderia ser mais uma noite calma e normal se você não tivesse me mandado mensagem dizendo que estava na porta de casa, fiquei surpreso pois afinal, não estava esperando visita alguma especialmente a sua. Abri a porta e nossos olhares se conectaram e sem dizer nenhuma palavra já estavamos nos beijando, confesso que não consegui reparar na sua roupa e nem no seu cabelo mas senti sua lingua quente dentro da minha boca e o meu tesão subindo com os nossos corpos cada vez mais juntos.

Te deito no sofá e fico parado te olhando e pensando o quanto te acho gostosa e que nem preciso estar perto pra ficar louco de tesão por ti, seus olhos não desgrudavam do meu pau que nessa altura já estava muito duro e marcando no meu shorts. Sua cara de safada deixando claro sua vontade de que eu te devorasse, me ajoelhei tirando o seu tênis e suas meias, enquanto começo a beijar um de seus pés o outro coloco no meu colo, vou lambendo a sola e depois chupando os dedos um por um, enquanto você me masturba levemente por cima da minha roupa.

Aproveito esse momento por um tempo me levanto tirando minha bermuda e a cueca junto, ficando pelado, andando na sua direção e me deixando por cima voltando a te beijar com mais intensidade e ainda mais tesão, juntos tiramos sua roupa toda de uma vez sem parar de nos beijar, meu pau melado toca sua coxa, com minhas mãos acaricio seus seios macios, suas pernas vão se abrindo lentamente, vou deslizando minha mão pelo seu corpo até chegar na sua buceta completamente molhada o que fez até ser fácil entrar com dois dedos nela e como uma reação automatica você morde meus lábios seguido de um gemido ainda tímido.

Começo a movimentar meus dedos, te sinto cada vez mais quente e molhada, o seu rebalado na minha mão me enlouquece o que me faz tirar minha mão e começar  acolocar meu pau dentro de ti, bem devagar, fazendo você sentir cm por cm entrando o gemido tímido agora fica mais alto cravando suas unhas nas minhas costas e descendo me arranhando enquanto ele entra todo, suas mãos só param na minha bunda e que apertam ela com força como um convite para eu te foder com vontade, começo um movimento devagar porém firme com ele todo dentro, sem tirar nada, a cada bombada um gemido mais alto e sinto suas unhas mais fundo na minha pele.

Me levanto pegando você pela mão e te levando até o quarto, te jogo na cama de costas pra mim te deixando de quatro, te puxo pela cintura já metendo ele todo dentro de ti, continuo no mesmo ritmo que tinha parado, o seu gemido abafando sua voz pedindo mais e eu dando o que tu tá pedindo, seu corpo começa a tremer e o rebolado perde ritmo, sinto seu gozo saindo junto com o meu como uma harmonia perfeitamente combinada gozamos juntos. 

-Fez boa viagem? - te pergunto

- Uma boa viagem e uma ótima chegada - me responde,

Ambos caimos na garlhada e passando a noite conversando, nos beijando e transando até a hora de acordar...

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Conto Erótico 26

 Era meu turno do interrogatório, a prisioneira era uma espiã que se infiltrou para roubar informações sigilosas da empresa, alguns guardas haviam me alertado que ela tinha o poder de controlar mentes, particularmente achei aquilo um absurdo, tenho muito tempo de prática na arte de interrogar de maneira não convencionais e não seria dessa vez que iria falhar em descobrir as informações.

Ao entrar na sala , você estava sentada em uma cadeira vestindo uma calça de couro preta, uma blusa branca por baixa de uma jaqueta também de couro, com uma bota com salto alto fino, não pude deixar de pensar em como estava sexy, com as mãos amarradas pra trás e os tornozelos amarrados aos pés da cadeira, sem dúvida era apenas uma criatura doce e indefesa.

Você se mantinha olhando meio pra baixo com seu olhar penetrando direto dentro dos meus olhos com um leve sorriso maldoso que inicialmente nem me importei, então as primeiras palavras saem de sua boca:
- Antes que comece a me torturar, quero saber seu nome.
- Meu nome? Tá louca? Quem faz as perguntas sou eu e quem vai me dar as respostas é você!
-Tudo bem, então vou te chamar inicialmente de meu cachorrinho. - soltando uma risada alta e sádica.
Essas palavras de certa forma me causaram arrepio, senti um calor subindo pelas minhas pernas, consegui disfarçar a reação, quer dizer, eu achei que tinha conseguido disfarçar.
-Ficou incomodado com isso, meu cachorrinho, ou você gostou? É eu acho que gostou, ninguém treme desse jeito sem estar com medo ou gostando.

Os boatos eram verdadeiros, de alguma maneira parecia que você conseguia ler e controlar minha mente, mas eu não podia me deixar levar, precisava me concentrar no meu trabalho

- Pra quem você trabalha? me responda logo e vamos acabar logo com isso.
- Eu? Pra ninguém, mas logo você vai estar trabalhando pra mim, me servindo, beijando meus pés.
 Levantei minha mão pra lhe dar um tapa na cara, seus olhos foram direto pra onde meu braço apontava e antes que eu começasse a me mexer pra lhe dar o tapa, percebi que já estava me encarando de novo e dizendo de maneira firme e nada doce:
- NEM OUSE! um cachorro jamais levantaria a mão pra sua dona.
- Que? do que você está falando? - mesmo sem perceber já havia abaixado a mão
- Você além de tudo é burro? Ainda não percebeu que me pertence desde o minuto que eu olhei nos seus olhos? E partir de agora, se refira a mim como senhora, entendeu? Verme!
Aquela fala entrou pelos meus ouvidos e eu fui tomado por um arrepio que eu não sei explicar, minha vontade era de me ajoelhar aos seus pés, como se de um segundo pro outro eu havia perdido todo controle sobre meu corpo, minhas ações, o que outros guardam falavam era verdadeiro, você tinha o poder de controlar de mentes e eu estava sendo totalmente controlado.
- Si... sim Senhora.
-Bom menino hahaha, agora no chão, de quatro, AGORA!

Eu prontamente atendi, ficando de quatro, aguardando ansioso pra próxima ordem, já não conseguia mais pensar em nada apenas em te servir.

- Ótimo,  assim que eu gosto, esse lugar imundo deixo minhas botas sujas solte o nó e limpe elas com a boca.

Comecei lambendo a ponta delas, a Senhora levantava os pés, para eu lamber as solas e fui limpando ela toda até começar a chupar o salto fazendo literalmente um boquete nele, chupava, sugava, lambia com muita vontade e ficou impossível esconder o quanto aquilo me excitava já que eu estava tão molhado que até minha calça ficou marcada pela mancha.

A risada da senhora soltou foi alta que preencheu todas as paredes da sala.
- Como você é patético, está todo molhadinho é? não se aguenta em estar aos pés de uma Deusa, por estar sendo muito obediente será recompensado, vá lavar a boca, na volta tire minha bota e pode sentir o verdadeiro gosto dos meus pés. - Quando me levantei, a Senhora se voltou a mim novamente - Quem mandou levantar? Vai fazer tudo isso de 4 cachorro! - Fui engatinhando até a pia, lavei minha boca com sabão e voltei, desamarrei sua boca e a tirei com muito cuidado, a Senhora não usava meias o cheiro muito forte levantou, o seu sorriso de deboche me deixava ainda mais alucinado de tesão, quando encostei minha língua no seu pé pude sentir o forte gosto azedo , eu sentia que ia gozar na cueca era um tesão fora do meu controle, diferente e maior de tudo que eu já havia sentido na minha vida toda, eu lambia seu pé inteiro, massageada, enfiava ele todo na boca, chupava e esfregada na minha cara. A Senhora soltava leves gemidos, tinha total certeza que aquilo também a excitava, o que me deixava ainda mais preso a sua teia, eu já não tinha mais nada apenas o desejo de te servir.

- Agora verme, vista minha bota e solte minhas mãos você está animadinho demais e fez um bom trabalho com meus pés, irei te recompensar de um jeito maravilhoso. - Cuspindo no chão - Lambe, mate sua sede. 
Eu limpei tudo, e só conseguia agradecer por poder sentir seu gosto - Obrigado Senhora, obrigado!

-Pegue minha mala que deixaram na mesa, minha recompensa pra você está lá. Nem preciso repetir que quero que vá de 4. - Fui até a mesa e lhe trouxe a mala, colocando no seu colo, a Senhora começa a procurar algo e quando tira de dentro um grande pênis de borracha com uma sinta.
-Tira a calça , que além de meu cachorro vou te transformar na minha putinha...

Sua risada se misturava com gemidos discretos enquanto a Senhora metia cm por cm daquele pau de borracha na minha bunda, começando um movimento de vai e vem não rápido, porém firme e no ritmo, suas mãos puxavam meu cabelo e entre suas risadas a Senhora ordenava que eu rebolasse. - GEME PRA MIM PUTA! GEME GOSTOSO, REBOLA COM MEU PAU DENTRO DE VOCÊ, EU SEI QUE É ISSO QUE TU GOSTA!! GOZA BEM GOSTOSA SUA SAFADA!! GOZA!!! - tudo isso acabou me proporcionando o melhor gozo da minha vida, e sua risada de satisfação foi ainda melhor que ter gozado. 

Ótimo, ótimo... adorei o quanto você é uma cadela obediente, vou levar pra casa comigo, enquanto eu visto sua coleira, limpe a sujeira que vocês fez ...com a língua. HA HA HA.

Enquanto eu lambia toda a porra do chão a Senhora vestia coleira em mim, e fomos embora pela porta da frente, com todos se ajoelhando por onde  a Senhora passasse, comigo todo orgulhoso na sua coleira. 


terça-feira, 23 de junho de 2020

Conto Erótico 25

As horas voavam enquanto a gente conversava e bebia um vinho, quase uma garrafa já tinha sido tomada, minha mão pousava sobre sua coxa e com a outra colocava seu cabelo pra trás da orelha acompanhado de um carinho, amo o jeito que você fica sem graça quando faço isso e sorri olhando pra baixo como se quisesse se esconder, o beijo em seus lábios era inevitável. O modo delicado que nossos lábios se tocavam e como nossas línguas se encontravam como uma já soubesse tão bem o endereço da outra em uma dança de sincronia perfeita, a mão que acariciava seu cabelo agora já segurava sua nuca com a segurança de quem não queria te soltar nunca mais, a intensidade do beijo aumentava, suas mãos seguravam meu rosto. 
O clima com certeza estava esquentando com ajuda do vinho, a mão que pousava na sua coxa agora já a apertava e subia lentamente, a mão que a pouco tempo atrás estava na nuca já começava a segurar seu cabelo dando uma leve puxada pra trás deixando seu pescoço totalmente exposto pra que eu pudesse beijar e lamber, o roçar da minha barba te arrepiava, eu sabia que você estava adorando, sua cara não negava. A mão da perna foi pra cintura te puxando pra mais perto, nossos corpos agora se tocavam quase por inteiros e deitando por cima de ti no sofá, começo a levantar seu vestido beijando sua barriga e conforme subia a blusa a boca acompanhava, até tira lá por completo , minha boca para em seus seios beijando eles, lambendo os mamilos, dando leves mordidas, enquanto massageava e apertava de maneira firme porém delicada, a essa altura você já sentia meu pau duro dentro da cueca se esfregando no meio das suas pernas, a minha outra mão que estava livre começa a entrar na sua calcinha , suas pernas abriam como que automáticas, sem introduzir o dedo eu apesar alisava ele por cima da sua buceta, ainda chupando seus seios, as suas tremidas de tesão me soava mais como um convite para continuar a provocação. Tirei minha calça e minha cueca, arranquei sua calcinha e aproveitei pra ficar passando meu pau na entrada da sua buceta, sem penetrar apenas provocando, colocando a cabeça e tirando, alisando, sentindo ela ficando cada vez mais encharcada... em meio sua respiração ofegante sua voz dizia baixinho "mete, por favor, mete", me olhando nos olhos vc viu meu sorriso sacana e meu sinal de negativo com a cabeça. Afastei meu corpo pra trás, e comei a te masturbar com dois dedos já que sua buceta estava encharcada, antes que os dedos começassem a se mexer em um ritmo mais intenso minha o toque da minha lingua quente e úmida também pode ser sentido, seu rebolado na minha mão e boca me indicavam que você estava ficando louca de excitada, seu gemido preenchia a sala inteira , era alto e delicioso, meu pau babava de pingar com o tesão que eu tava em te ver naquele estado.
Quando sinto suas mãos puxando meu corpo pra cima e novamente você dizendo "vem, te quero dentro de mim com tudo!" e dessa vez não pude negar, meu pau entrou com facilidade e coloquei ele todo dentro de ti, comecei o vai e vem devagar, tirando e colocando ele inteiro, te segurando pela cintura e acertando nosso ritmo, como parceiros de uma dança perfeita nossos corpos se moviam pra frente e pra trás de forma harmônica, o ritmo era aumentado, nossos gemidos mesmo que em tons diferentes se completavam, "mais forte.... mais fundo" você dizia em uma voz apagada em meio a respiração excitada. Te virei de costas pra mim, voltando a meter ele todo dentro da sua buceta, te segurando pelo cabelo deixei ele todo dentro e fiquei estocando com força sem tirar, o som do meu corpo batendo contra sua bunda era alto, somente abafado pela barulho dos tapas que vinham a cada gemida mais forte que você dava, vez ou outra como que se fosse involuntário você puxava meu braço pra morder ele ou chupar meus dedos enquanto eu te fodia, quando o seu anúncio veio "isso, isso, não para, vaiii, vaiiiiii...aaaaahhh". 
Nossos gozos como em um raro eclipse se encontraram, desabando e deitando ao teu lado, disparamos a dar aquela famosa risada pós orgasmo, você deitou sobre meu peito, me beijou suavemente e adormeceu com um sorriso bobo no rosto, eu ainda fiquei acordado algum tempo pensando na sorte de ti ter em minha vida. 

segunda-feira, 15 de junho de 2020

Conto Erotico 23 (curtinho)

Já se passavam das 22hrs quando caminhávamos de volta para meu apertamento, você vestia uma daquelas mini saias xadrez que me deixava maluco só de olhar. Fui tomado por um tesão vindo do nada , te puxei pela cintura com força e lhe dei um beijo longo.
-Parece que alguém acordou! - você disse, colocando a mão por cima da minha calça
-É um problema, que precisa ser resolvido agora! - respondi rindo.
Entramos na primeira rua que encontramos e era bem deserta, a forma como eu te beijava era cada vez mais intensa, minha mão alisava suas coxas, subindo por elas, meus dedos já colocavam sua calcinha pro lado explorando sua buceta que à está altura já estava molhada, colocando dois dedos dentro dela do jeito que eu sabia que ia te deixar louca, comecei a te masturbar. Me abraçando , me mordendo pra tentar abafar o gemido, eu aumentava a movimentação dos meus dedos dentro ti, mexendo, girando, esfregando, a está altura minha mão inteira já estava encharcada.
Quando subitamente te viro de costas, te colocando com as mãos apoiada no capô do carro que escondia a gente, coloquei meu pau pra fora, sua calcinha pro lado e comecei a meter ali mesmo, uma mão segurava sua cintura e a outra seu cabelo, eu metia forte e fundo, te fazendo gemer alto no meio da rua a esta altura já não se importante se alguém pudesse estar vendo ou não, o tesão nos dominava, eu metia cada vez mais fundo e mais rapido, nossas pernas já estavam perdendo a sintonia de tanto prazer, quando você poe minha mao na sua boca abafando um gemido mais alto, você joga sua bunda pra trás como se quem pedisse cada vez mais, eu deixo meu pau todo dentro de ti, só estocando ele com força acompanhando o movimento do seu rabo delicioso.
Pela tanto que sua perna ficou bamba percebo que você gozou, olhando pra trás sem conseguir segurar a risada, me fala
-Eu já to satisfeita, a gente termina em casa, vamos antes alguém chegue.
Nos recompondo , saímos andando novamente pelas ruas, abraçados e rindo pela situação toda.
-Será que alguem nós ouviu? - perguntei a ti, sorrindo.
-Com certeza , eu gemi feito uma louca , hahhaa
-Aposto que estavam com inveja...

Conto Erótico 24

Eu sou a voz dentro da sua cabeça, aquela voz que cria os arrepios, as sensações as vontades. Eu sei que nesse momento você ta sentindo um frio na sua espinha , um arrepio que sai da ponta do seu pé e vai subindo ao mesmo tempo que sai do topo da sua nunca e vai descendo por toda sua espinha, enquanto pela outra extremidade sobe por suas coxas quando ambos de encontram já próximo de sua virilha, esse arrepio se torna um tesão inexplicável, algo que você não controla mais , você mexe nos cabelo tenta disfarçar, cruza as pernas, mas esse tesão só aumenta e eu sou a voz, aquela voz que diz pra você esvaziar sua mente e seguir as minhas orientações:

Se deite confortável, abra suas pernas, com as costas da sua mão passeie suavemente por entre suas coxas o mais suavi que conseguir, com a outra mão deslize por sua barriga e vai subindo até seus seios, massageio apertando bem de leve, a mão de baixo com 1 dedo comece a alisar seus grandes lábios, introduza só uma pontinha do dedo e tire, a mão de cima deixa a livre para fazer o que seus instintos mandam.
Comece a entrar um pouco mais com o dedo, eu sei que nessa altura você já esta mordendo os lábios, ansiosa por mais, comece a usar mais fundo esse dedo, até essa fome pelo segundo dedo ficar impossível de aguentar, comece com o 2º dedo bem devagar, com movimentos ainda lentos, ninguém está com pressa o tempo do mundo é todo seu, vai aumentando o ritmo dos dois dedos dentro de ti gradativamente, sem pressa, isso, começa a rebolar na sua mão enquanto seus dedos trabalham. Não se esqueça que a outra mão está totalmente livre e faça o bom uso dela como só você sabe fazer, isso, aumente a intensidade desses dedos, mexe eles, rebole, esse gemido que você ta soltando só prova o quanto você ta ficando louca , o quanto você quer mais, rebola, isso, se vire de costas se for ficar mais confortavel e prazeroso , caso preferir continue como está, importante é esses dedos cada vez mais encharcados, importante é voce sentir como eu vou te fazer gozar...NÃO PARA! mais ritmo, você ta quase, eu sei que ta, seu gemido não nega, sua mão melada não te deixa mentir....você só vai parar quando gozar!!!!
Agora sinta seu gosto, chupe seus dedos, essa cara de quem está leve como uma pluma, realizada, eu sabia que era isso que queria. E eu sei sempre quando você quer. Quando você perceber eu estarei no controle, e você novamente gozando pra mim.

sexta-feira, 12 de junho de 2020

Conto Erótico 22

Era um evento de gala beneficente, eu já tinha chego e estava sentado com outras 5 pessoas, a mesa era redonda , grande com um toalha que chegava até o chão quase, eu agora não me recordo mais das 5 pessoas que estavam ali, apenas que uma delas era um astrofísico e outro  era cirurgião de alguma coisa, até aquele momento me pareciam ser pessoas de mais plena classe, tudo que eles conversavam me parecia a coisa mais legal e interessante do mundo de se ouvir, quando olho pra porta, vejo você entrando de longe, usando um vestido preto (daqueles q mostra meia coxa e deixa o pé exposto) , um salto preto q faz barulho na medida certa enquanto caminho , cada passo me soava como uma tempestade avassaladora que se aproximava, pro meu total espanto seu lugar era na mesma mesa que eu estava, você se sente, olha pra um lado, olha pra outro procurando o garçom, todos se calam, só conseguem te observar, todos esperando sua primeira reação, o "olá" que sai da sua boca é timido e firme, e a partir desse exato momento, ninguém mais é interessante apenas você e seu brilho dourado.
No decorrer da noite eu já não conseguia mais disfarçar, eu estava hipnotizado, todos ali tentavam chamar sua atenção, contanto histórias de triunfos, se vangloriando, enquanto tu só observava, respondia com acenos de cabeça e sorrisos de tédio, quando a primeira frase da sua boca.
- Alguém tem fogo pro meu cigarro? - sacando um cigarro da sua bolsa, e os levando até seus lábios, deixando marcado com seu batom vermelho escuro. Eu particularmente estava imóvel, em transe, só conseguia olhar embasbacado, os outros desesperados esticavam seus braços com isqueiros acesos, você acendeu seu cigarro, e soprava uma fumaça densa no ar que envolvia a mesa. 
Normalmente eu acharia aquilo uma falta de respeito, mas a maneira que você fazia era muito forte e envolvente, nem o garçom conseguiu te reprimir por isso, em todo o salão era a única a fumar, aquela imagem começou a me excitar e como se isso tivesse sido um sinal e seus olhos fitaram em direção dos meus.eu sabia muito bem qualquer coisa que você falasse eu ia atender, pegando o seu garfo e deixando cair em baixo da mesa, me olhando diretamente -Meu garfo caiu, você não faria uma dama se abaixar pra pegar nao é mesmo? - Me atirei pra debaixo da mesa, o garfo estava ao lado dos seus pés, lindos, que se moviam como se me convidasse a pega los, segurei eles nao mão, colocando sobre minha coxa, e comecei a beijar eles lá mesmo, ignorando a presença de todos, a cada toque na minha linguá eu os podia sentir tão macios, era como ir ao céu, o que pra mim parecia uma eternidade , foram apenas alguns segundos, peguei seu talher me levantei e te devolvi.Seu olhar havia mudado, era agora de uma pantera faminta que iria me devorar e aquilo me exitou ainda mais.
-Vou ao banheiro, preciso de um otário, digo um cavalheiro que segure meu casaco e minha bolsa na porta. - Claro que me levantei antes que terminasse a frase, fui indo 2 paços atras de você, quanto tu do nada parou e disse - Isso ta errado, não não, na minha frente, anda, no chão de 4 cachorro - Aquelas palavras entraram na minha mente de uma maneira que antes que desse por mim estava engatinhando , todos riam e apontavam e eu me sentia cada vez mais melado, eu tava consumido por um tesão fora do normal, algo incontrolável. Quando ouço sua voz novamente
-Cachorro, banheiro não, quero ver o que tem nesse quarto, vamos vamos, abra pra mim agora! - quando fui me levantar. -DE QUATRO SEU IDIOTA! ABRA A PORTA DE JOELHOS MEU DEUS! TAPADO! - soltando uma deliciosa risada o que mostrava quanto estava se divertindo com minha situação totalmente subjugado pela senhora.
Entramos no comodo, ele era lindo, uma espécie de biblioteca, com estantes enormes , e muitas mesas de madeira maciça, como se conhecesse o lugar e um andar firma a senhora andou até a uma mesa aleatória e se sentou, abrindo completamente as pernas e me chamando com o dedo, claro que eu fui , ainda de quantro, e quanto estava chegando perto a senhora me parou colocando o pé na minha frente, dando o solado do seu sapato pra eu lamber, comecei a lamber ele, aquele gosto forte nao me enojava, pelo contrário , me excitava ainda mais, comecei a sugar o seu salto como se fosse o mais delicioso pinto, chupava com vontade e desejo enquanto escutava sua risada.
-Tire os sapatos inútil, quero sentir sua lingua no meu pé! -Logo depois que eu tirei o seu sapato, não reparei na garrafa de copo na sua mão, antes de começar a beijar seus pés a senhora me disse - Venha cá, quero essa boca imundo esterilizada antes que encoste de novo na minha pele - jogando todo o copo na minha boca, fechando ela com o pé, me fazendo engolir tudo. Eu lambia a sua sola, beijada o peito do seu pé, sugava todos os dedos, fiquei nisso por um tempo que não sei dimensionar, pois perdi completamente a noção, poderia ser segundos, minutos, horas, não faço ideia. Sua respiração intensa me motivava a continuar ainda mais, senti sua mão no meu cabelo, me puxando um pouco pra cima, me obrigando a subir, minha boca foi passando pelo seu tornozelo, subindo por sua panturrilha, lambendo sua coxa..podia sentir sua pele se arrepiando inteira, com a mão a senhora mesmo colocou sua calcinha de lado, puxando minha cabeça contra sua buceta, e colocando pra te chupar com muita vontade, uma intensidade que eu chamais poderia imaginar que fosse conseguir na minha vida, minha lingua entrava e saia, quente e molhada, eu sugava seu clítoris de maneira delicada e firme, sua coxas apertavam minha cabeça e isso me deixava ainda mais louco, seu gemido abafada e de vez em quando mais alto e descontrolado, me fazendo saber que o mesmo tesão que eu sentia a senhora também estava sentindo. Sua respiração foi ficando mais curta e mais forte, pude sentir a senhora pulsando na minha boca, seu liquido ficando mais intenso e em maior quantidade, suas unhas cravaram fundo na minha nuca, eu achei que minha cabeça fosse explodir com a força que suas coxas me apertavam, aquela era uma sensação única, o sabor de uma Deusa na minha boca, o toque de pele de uma Deusa em mim, não consegui me segurar e gozei junto dentro da minha cueca.
Depois de soltar um suspiro fundo e alivio, a senhora falou -Muito bem cachorrinho, você me surpreendeu, pode até voltar a virar gente agora, mas não esquece que quando estralar os dedos te quero de 4, sempre que eu quiser, sempre que eu precisar, sempre que eu mandar!
Ao voltarmos pro salão reparei os olhares, de homens todos de inveja de mim, das mulheres todas admiradas com a senhora, enquanto eu? Não conseguia disfarçar o sorriso bobo de adolescente apaixonado.