sexta-feira, 12 de junho de 2020

Conto Erótico 22

Era um evento de gala beneficente, eu já tinha chego e estava sentado com outras 5 pessoas, a mesa era redonda , grande com um toalha que chegava até o chão quase, eu agora não me recordo mais das 5 pessoas que estavam ali, apenas que uma delas era um astrofísico e outro  era cirurgião de alguma coisa, até aquele momento me pareciam ser pessoas de mais plena classe, tudo que eles conversavam me parecia a coisa mais legal e interessante do mundo de se ouvir, quando olho pra porta, vejo você entrando de longe, usando um vestido preto (daqueles q mostra meia coxa e deixa o pé exposto) , um salto preto q faz barulho na medida certa enquanto caminho , cada passo me soava como uma tempestade avassaladora que se aproximava, pro meu total espanto seu lugar era na mesma mesa que eu estava, você se sente, olha pra um lado, olha pra outro procurando o garçom, todos se calam, só conseguem te observar, todos esperando sua primeira reação, o "olá" que sai da sua boca é timido e firme, e a partir desse exato momento, ninguém mais é interessante apenas você e seu brilho dourado.
No decorrer da noite eu já não conseguia mais disfarçar, eu estava hipnotizado, todos ali tentavam chamar sua atenção, contanto histórias de triunfos, se vangloriando, enquanto tu só observava, respondia com acenos de cabeça e sorrisos de tédio, quando a primeira frase da sua boca.
- Alguém tem fogo pro meu cigarro? - sacando um cigarro da sua bolsa, e os levando até seus lábios, deixando marcado com seu batom vermelho escuro. Eu particularmente estava imóvel, em transe, só conseguia olhar embasbacado, os outros desesperados esticavam seus braços com isqueiros acesos, você acendeu seu cigarro, e soprava uma fumaça densa no ar que envolvia a mesa. 
Normalmente eu acharia aquilo uma falta de respeito, mas a maneira que você fazia era muito forte e envolvente, nem o garçom conseguiu te reprimir por isso, em todo o salão era a única a fumar, aquela imagem começou a me excitar e como se isso tivesse sido um sinal e seus olhos fitaram em direção dos meus.eu sabia muito bem qualquer coisa que você falasse eu ia atender, pegando o seu garfo e deixando cair em baixo da mesa, me olhando diretamente -Meu garfo caiu, você não faria uma dama se abaixar pra pegar nao é mesmo? - Me atirei pra debaixo da mesa, o garfo estava ao lado dos seus pés, lindos, que se moviam como se me convidasse a pega los, segurei eles nao mão, colocando sobre minha coxa, e comecei a beijar eles lá mesmo, ignorando a presença de todos, a cada toque na minha linguá eu os podia sentir tão macios, era como ir ao céu, o que pra mim parecia uma eternidade , foram apenas alguns segundos, peguei seu talher me levantei e te devolvi.Seu olhar havia mudado, era agora de uma pantera faminta que iria me devorar e aquilo me exitou ainda mais.
-Vou ao banheiro, preciso de um otário, digo um cavalheiro que segure meu casaco e minha bolsa na porta. - Claro que me levantei antes que terminasse a frase, fui indo 2 paços atras de você, quanto tu do nada parou e disse - Isso ta errado, não não, na minha frente, anda, no chão de 4 cachorro - Aquelas palavras entraram na minha mente de uma maneira que antes que desse por mim estava engatinhando , todos riam e apontavam e eu me sentia cada vez mais melado, eu tava consumido por um tesão fora do normal, algo incontrolável. Quando ouço sua voz novamente
-Cachorro, banheiro não, quero ver o que tem nesse quarto, vamos vamos, abra pra mim agora! - quando fui me levantar. -DE QUATRO SEU IDIOTA! ABRA A PORTA DE JOELHOS MEU DEUS! TAPADO! - soltando uma deliciosa risada o que mostrava quanto estava se divertindo com minha situação totalmente subjugado pela senhora.
Entramos no comodo, ele era lindo, uma espécie de biblioteca, com estantes enormes , e muitas mesas de madeira maciça, como se conhecesse o lugar e um andar firma a senhora andou até a uma mesa aleatória e se sentou, abrindo completamente as pernas e me chamando com o dedo, claro que eu fui , ainda de quantro, e quanto estava chegando perto a senhora me parou colocando o pé na minha frente, dando o solado do seu sapato pra eu lamber, comecei a lamber ele, aquele gosto forte nao me enojava, pelo contrário , me excitava ainda mais, comecei a sugar o seu salto como se fosse o mais delicioso pinto, chupava com vontade e desejo enquanto escutava sua risada.
-Tire os sapatos inútil, quero sentir sua lingua no meu pé! -Logo depois que eu tirei o seu sapato, não reparei na garrafa de copo na sua mão, antes de começar a beijar seus pés a senhora me disse - Venha cá, quero essa boca imundo esterilizada antes que encoste de novo na minha pele - jogando todo o copo na minha boca, fechando ela com o pé, me fazendo engolir tudo. Eu lambia a sua sola, beijada o peito do seu pé, sugava todos os dedos, fiquei nisso por um tempo que não sei dimensionar, pois perdi completamente a noção, poderia ser segundos, minutos, horas, não faço ideia. Sua respiração intensa me motivava a continuar ainda mais, senti sua mão no meu cabelo, me puxando um pouco pra cima, me obrigando a subir, minha boca foi passando pelo seu tornozelo, subindo por sua panturrilha, lambendo sua coxa..podia sentir sua pele se arrepiando inteira, com a mão a senhora mesmo colocou sua calcinha de lado, puxando minha cabeça contra sua buceta, e colocando pra te chupar com muita vontade, uma intensidade que eu chamais poderia imaginar que fosse conseguir na minha vida, minha lingua entrava e saia, quente e molhada, eu sugava seu clítoris de maneira delicada e firme, sua coxas apertavam minha cabeça e isso me deixava ainda mais louco, seu gemido abafada e de vez em quando mais alto e descontrolado, me fazendo saber que o mesmo tesão que eu sentia a senhora também estava sentindo. Sua respiração foi ficando mais curta e mais forte, pude sentir a senhora pulsando na minha boca, seu liquido ficando mais intenso e em maior quantidade, suas unhas cravaram fundo na minha nuca, eu achei que minha cabeça fosse explodir com a força que suas coxas me apertavam, aquela era uma sensação única, o sabor de uma Deusa na minha boca, o toque de pele de uma Deusa em mim, não consegui me segurar e gozei junto dentro da minha cueca.
Depois de soltar um suspiro fundo e alivio, a senhora falou -Muito bem cachorrinho, você me surpreendeu, pode até voltar a virar gente agora, mas não esquece que quando estralar os dedos te quero de 4, sempre que eu quiser, sempre que eu precisar, sempre que eu mandar!
Ao voltarmos pro salão reparei os olhares, de homens todos de inveja de mim, das mulheres todas admiradas com a senhora, enquanto eu? Não conseguia disfarçar o sorriso bobo de adolescente apaixonado.

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