sexta-feira, 6 de maio de 2016

Conto Erotico 08

Antes de sairmos pra jantar, combinamos que hoje experimentaríamos algo novo você seria minha submissa, só poderia comer, falar, andar, me tocar quando eu permitisse. Enquanto comíamos, me mantive inibido com as ordens, ordenando apenas coisas leves, nada excitante ou que demonstrasse muito poder, ainda estava tentando entender como funcionava isso de mandar em alguém.
Quando chegamos em casa, sentei no sofá.
-Tire meus sapatos e pegue um whisky pra mim.
Você tirou meus sapatos, e estava demorando com minha bebida, quando notei que tinha ido tomar banho, sem eu ordenar, aquilo me incomodou.
Ao sair do banho, ordenei que viesse ainda molhada e de toalha direto pra sala, me olhando assustada, mandei você deitar de bunda bem empinada pra mim e por ter me desobedecido lhe desferi 3 tapas ardidos, estralando alto, lhe arrancando gemidos de dor misturado com o prazer de estar me servindo, a marca da minha mão estava estampado. Toquei sua buceta, estava levemente umedecida. Aquele poder, me deu um enorme tesão, soltei os nós e mandei você colocar sua melhor lingerie.
Ao voltar ordenei que ficasse ajoelhada ao meu lado e que beijasse minhas mãos, sem hesitar minhas mãos foram beijadas.
Tirei minha calça, minha cueca e ordenei que você me chupasse. Enquanto você sugava meu pau inteiro com muita vontade. A sensação de ter alguem seguindo todas minhas ordens estava me dando um prazer indescritível, que não consegui segurar, segurei sua cabeça contra meu pau gozando na sua boca e continuei a segurando por um tempo, soltei, você respirava ofegante e cansada.
-Está cansada escrava?
-Um pouco meu senhor
-A noite está apenas começando, então é bom que se prepare, agora busque meu whisky em uma bandeja.
Ao retornar, mandei que ficasse parada, segurando a bandeja e que abrisse levemente as pernas, comecei a passar as mãos pelas suas pernas, subindo a mão, comecei a entrar com um dedo, mexendo levemente
-Se derramar uma gota você sera castigada!
Me servia de um gole, e lhe masturbava, aumentando gradativamente os estímulos, você não se controlava, mexia as pernas, tremendo excitada.
-Sem se mover cachorra!
A deixando imovel novamente, sentia escorrer pelos meus dedos, com dois dentro de você fazendo movimento alternados, você saltava gemidos tímidos.
-Pode gemer a vontade escrava.
Antes de terminar a frase um sonoro gemido alto foi solto, seu corpo foi amolecendo cada vez mais, e pelo tremer das suas pernas você estava pra gozar, derrubando a bandeja e meu copo. Falei calmo e severo
-Pegue meu cinto no quarto, agora sua incompetente.
Ao retornar , fiquei em pé, com a cinto na mão, virei a de costas pra mim, coloquei um pano na sua boca, para que não pudesse gritar lhe dei o primeiro golpe, deixando sua carne vermelha, no segundo golpe você tentou gritar abafado pelo pano, no 3 golpe vi lagrimas escorrendo do seu rosto. Mandei em seguida que você fosse pro quarto, de 4 como uma cadela, como minha cadela, que me esperasse na cama na mesma posição.
Ao entrar no quarto me deparei com você com sua bunda com marcas da cinta, ainda com o pano na boca, de 4, toda empinada, deitada de costas pra mim, amarrei suas mãos na cabeceira da cama, suas pernas abertas no pé da cama. Passei gel no seu anus, comecei a te foder, metendo meu pau na sua boceta, e dois dedos no seu cu, rapido e intenso, conseguia sentir seu gemido abafado pela mordaça, e sentia você ficando cada vez mais molhada, não conseguia parar de te comer, eu estava possuído pelo tesão, lhe desferia tapas na sua bunda, alguns puxões de cabelo, mordia suas costas, enquanto você não podia se mexer, só gemia, quando senti sua buceta contraindo muito, escorrendo mais, tentando se contorcer mais presa e não conseguindo, sentindo seu orgasmo sendo atingido, Gozei nas suas costas, tirei sua mordaça.
-Hoje você vai dormir assim pra aprender a não derrubar mais minha bebida, amanha de manhã venho te soltar.
Apaguei a luz, fechei a porta e fui pra sala assistir tv, com a certeza que te amava cada dia mais, louco pra que chegasse amanha e eu pudesse te beijar.

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